“Você é o que você come.” Rapaz, eu como mal pra cacete. Então, seguindo esta lógica vegetariana, eu acho que sou uma das piores pessoas da face da Terra.

 

O assunto “vegetarianismo” já me incomodou mais. Já briguei com um monte de gente, já me estressei, até já cortei relações. Hoje em dia, isso só me enche o saco quando eu fico perto de alguém que vem me questionar sobre o fato d’eu comer carne e não sentir nenhum remorso.

 

Toquei nisso porque ontem um fato cretino me fez voltar a matutar sobre. Comia eu em uma lanchonete quando dois vegetarianos pediram uma pizza de calabresa. E quando a pizza chegou, tiraram as rodelinhas de cima, alegando dó aos animaizinhos. Ovolactovegetarianos, os indivíduos até me olharam torto, por eu estar degustando meu belo sanduíche de presunto (nham nham!).

 

Eu respeito os vegans, apesar d’eu achar a causa deles um tanto  "CRUJ CRUJ". Mas vir me dizer que ser ovolactovegetariano é não concordar com a exploração animal é medíocre. Sem deixar de comer ovo, leite e outros derivados de animais, estes se sentem iluminados. E claro, têm o direito de colocar o dedo na cara de quem não segue o mesmo pensamento. Leite existe, mas mel e ovo de soja – por exemplo -, até agora, eu nunca ouvi falar.

 

A questão é que as pessoas costumam se enganar com pouca coisa, pensando que estão fazendo o mundo ser mais justo. Eu mesma vivo com a bolsa cheia de lixinho: papel de bala, sacola plástica e por aí vai. Mas jogo, sem dó nem piedade, a minha birra de cigarro no meio da rua. E não quero nem saber. Mas tá lá que eu vou ficar muito com a minha bolsa fedendo, guardando aquela coisa. Ovolactovegetariano por ideologia, pra mim é uma falácia. Que nem eu sou, querendo não poluir a cidade com meu pacote de biscoito vazio, mas não tendo pena de jogar o toco do cigarro no chão.

 

Pequenas ações são importantes sim. É através delas que nós vamos, aos poucos, conseguindo arrumar uma forma de melhorar a vida de todos. Porém, pequenas ações continuam sendo pequenas, quando o raio de ação da causa faz parte do pensamento egoísta de uma pessoa que quer mostrar aos outros que tem um coração bom. Se bem que eu mereço uma medalha de honra, por evitar que o lixo que eu produzo prejudique o meio ambiente. E outra, birra de cigarro é papel e fumo... coisas que se decompõem logo... ah velho.. pelo menos eu faço minha parte..

 

:P

Enquanto isso, na sala do Supletivo...

 

 

A coisa mais inteligente que já criaram na face do mundo dos negócios foi o cargo de estagiário. Tem coisa mais rentável que usar a força de trabalho/ força intelectual de um jovem a preço de banana? Eu se fosse dona de empresa, só teria estagiários. Sem contrato, sem obrigações. E quando eu enjoasse da cara dele ou quando visse que ele já estava se achando seguro como num emprego de verdade, pêi! “Hasta la vista, baby”. Sem remorso nenhum.

 

Como todos sabem, todo castigo pra estagiário é pouco. Mas para os estagiários contratados pelos órgãos e secretarias do Governo do Estado de Sergipe, castigo é arroz doce. Que nem beiço de jegue.

 

Todos nós da classe (olá, sou uma estagiária!) ficamos muito felizes no último mês de julho, quando foi publicado no DIÁRIO OFICIAL um acréscimo considerável nas nossas merequinhas mensais. De R$ 320 + vales transportes, nós passaríamos a receber R$ 600! Alegria era pouco, diante dos planos que a gente já estava começando a fazer. Eu não que desconfiei logo (esmola demais...), mas tenho colegas que no mesmo dia foram na primeira loja de eletrodomésticos para realizar o sonho de uma geladeira nova, fizeram consórcio de moto e até cogitaram a possibilidade de comprar um apartamento na 13 de Julho, em plena Avenida Beira Mar. Saiu no DIÁRIO OFICIAL é lei.

 

Mas os revolucionários sempre dizem: “leis existem para serem burladas”. E assim a profecia se cumpriu. Primeiro começou com o desconto dos vales transportes retroativos desde o mês de janeiro. Leia de novo: d-e-s-d-e j-a-n-e-i-r-o. Ou seja: R$ 600 – 6 meses de vales transportes = morcegos saindo de minha carteira. Bom, tava no contrato que os vales eram adicionais, mas enfim... até aí a gente agüenta. Afinal, nosso coração é novo e somos fortes que nem burros de carga. Depois veio a reclamação dos funcionários públicos - que recebem a bagatela de 400 reais e umas nicas – de que a bufunfa da gente era maior que a deles. Aí é que o aumento (providencial, diga-se de passagem... tempos de eleições, sabe comé...) foi revogado. O salário (?) baixou para R$ 415 ou R$ 300 e tanto para quem precisa dos tickets da barca do inferno. Tá certo... com a ajuda de Deus a gente agüenta mais essa. Tem nada não, a vida segue. Somos brasileiros e brasileiros só ganham bronze nas Olimpíadas (e olhe lá!).

 

Mas agora essa foi demais. Já não bastasse tudo isso, fiquei sabendo semana passada que no nosso bendito terá descontado a grana que recebemos a mais nos mês passado. Ou seja: R$ 600 - R$ 415 = R$ 185. Colocando na ponta do lápis: R$ 415 (salário) – R$ 185 (desconto) = R$ 230. R$ 203 – vale transporte x falta de bom senso + desrespeito aos futuros profissionais = menos R$ 9 mil quinhentos e setenta e sete reais e oitenta e cinco centavos no meu bolso. Noves fora, trabalho escravo.

 

E eu, toda revoltada acabei comentando com minha ex-chefe uma vez: “Eles fazem isso porque estagiário não se junta pra fazer greve. Se nos juntássemos aqui mesmo, tudo parava.”. Foi quando ela me respondeu com uma voz doce e suave: “Se os estagiários pararem, a gente demite todo mundo e contrata outros. Simples assim.”. Uma fofa ela, né?

 

Tô pensando em limpar vidro nos sinais até me formar. E sei lá... com as pilas que eu vou tirar, deve dar até para abrir uma empresa. E advinhem que tipo de trabalhadores eu vou contratar?

FICA A DICA

 

 

Jurema diz:

vc tá com medo de pegar o guri pq tá se achando feia?

Jurema diz:

é isso?

Jurema diz:

isso não faz sentido, baby

Creuza- diz:

por aí..

Jurema diz:

sai daeh

Jurema diz:

se agarre e seja feliz

Creuza - diz:

é.. cê fala isso pq ainda tá com td no lugar

Creuza - diz:

¬¬

Jurema diz:

hahahahaha

Jurema diz:

é oq?????????????

Jurema diz:

hahahahaha

Jurema diz:

eu apago a luz, filha

Jurema diz:

qnt mais luz, mais celulite

Jurema diz:

     fica a dica

 

 

 

*Os nomes das personagens foram modificados para a preservação de suas identidades. HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAAHAA!

TUDO MENINE

 

 

Estou entrando em crise. Sério mesmo.  Nunca vi tanto menine junto. Olho pra um lado: menine. Olho pro outro: menine de novo. A tristeza bate, a esperança se esvai entre as minhas lágrimas e eu fico pensando em duas opções: ou virar menine também, ou simplesmente encarar o fato de que homem é peça rara no mercado. E quem tiver o seu que segure. Agarrado entre os dentes.

 

Mermão, queria mesmo gostar de ficar com mulher, mas não dá. Mulher tem pereca! Aff... só de pensar eu pegando numa ximbica que não seja a minha, chega entro em depressão profunda. De boa que eu até já tentei agarrar uma molier, acho até algumas bem bonitas e atraentes, mas não dá. Eu fico aflita, me dá logo uma gastura e eu fico com nojinho. Hahahaha! Lembro bem do dia em que eu quis ficar com uma guria, até pra tirar esse ranço, mas quando chegou na hora de dar o beijo, dei um xilique e saí correndo.

 

Q

 

Não discrimino quem gosta. Acho até válida todas as formas de amor. Seja virando lobisomem, virando jacaré ou no tradicional mesmo. O que importa é ser feliz. Agora que eu tô chateada com essa falta de cabra macho no mercado, tô sim. Nem é desespero esse desabafo aqui. A questão é você querer seguir sua vida depois do término de um relacionamento e não ter como pegar ninguém, porque ao invés de ser uma opção, os caras são concorrência.

 

Oh, e agora... quem poderá me... er... ajudar?

:~

 

HAHAHAHAHA!

Débora - diz:

agora, sinceramente, do mesmo jeito que veio, vai

Débora - diz:

o primeiro estágio é tristeza, o segundo é raiva

Débora - diz:

o terceiro, nem lembro que existe

SANDALINHA DA HUMILDADE

 

Para disfarçar o medo e a insegurança, muita gente usa a psicologia reversa consigo mesma. Cheguei a esta conclusão esses tempos, depois de escutar uma coisa que me deixou de cabelo em pé. A frase claro que eu não vou dizer exatamente ao pé da letra – até porque quem disse pode ler meu blog -, mas foi mais ou menos assim: “Como é que ele quer ficar com a outra e não comigo? Eu sei inglês, espanhol, mandarim, faço natação, judô, sei bordar, sou artesã, PHD em Física Quântica, divertida e gostosa. Eu sou muito superior. O que ele quer mais?”. Pra mim se ela falasse “sou despeitada”, eu acharia mais digno. E sincero.

 

*Quem é despeitado aqui, levante a mão!  \o/*

 

Me passa pela cabeça exatamente o seguinte: o que será que faz uma pessoa ser tão gabola? Justamente a ojeriza a ser rejeitado. Tem uma frase de auto-ajuda que diz “primeiro ame a si mesmo, depois os outros lhe amarão”. Só que assim, há uma diferença homérica entre o “se valorizar” e o “se achar”. Principalmente se esse “se achar” vem acompanhado pelo “subestimar os outros”.

 

No caso dessa aí, creio que ela ache que pra um ser gostar de outro, é realizada uma prova de titulação. Quanto mais cursos e mais atividades você faz ou fez, mais pontos pra que a confiança e o apreço sejam conquistados.

 

E assim, se encontrar um desses na rua, bata. Mas bata pra a criatura ficar mole. Gente assim só vai na base do tapa. E ao persistirem os sintomas, pegue a criatura de novo, espanque e depois jogue na valeta. Ou sei lá, simplesmente ignore. Vai que você não é tão forte quanto eu, né?

O fato de uma pessoa ser importante, muitas vezes faz esta achar que pode fazer o que quiser e falar o que bem entender. Mas não é bem assim. Coisas feitas sem pensar magoam o nosso sensível coração.

 

Ele é importante para mim, sabe? Afinal de contas, ele toma conta do meu dinheiro e do lugar onde eu vivo. Toma conta de tudo. Praticamente um pai.

 

Pois bem, na manhã de hoje, fui fazer matéria num evento onde ele estava para falar sobre segurança pública e sistema penitenciário. Em pé por 40 minutos, eu e os outros amigos de profissão já estávamos meio murchos. Foi quando ele chegou e voltamos a ficar felizes. Porém, murchei outra vez quando vi seu mau-humor de longe e o seu desdém a quem estava ao redor. Dissemos “câmera-luz-ação” e o quadro mudou de figura (tá, nem tanto assim, vá...). Coloquei meu humilde microfone e, timidamente, escutei tudo que foi dito. Mas fiquei magoada quando as luzes se apagaram e ele tratou mal um colega que foi questioná-lo sobre seus trabalhos na área de saúde. “Não estou aqui para falar sobre isso, estou aqui para falar sobre outra coisa.”, virou as costas e saiu.

 

Poxa... precisava disso, governador? Sabia que tratar assim a Imprensa, ou quem quer seja, fere os nossos sentimentos? Se não queria responder sobre o que foi perguntado, era só pedir licença, sei lá...

 

Desculpem a emoção, mas não consigo conter as lágrimas...

 

:~

 

Ironias à parte, quero me solidarizar com o colega de trabalho Gabriel Damásio, com o qual o governador foi extremamente grosseiro. Só queria dizer que ser educado faz parte do cargo, que por sinal, não é vitalício.

ORGULHO HÉTERO

 

Fui praticamente discriminada por ser hétero. E é por isso que eu quero deixar aqui registrado o meu desapontamento com esta atitude de pessoas que se dizem tão “mente aberta”. No mundo em que a gente se encontra hoje, o mínimo que se pode esperar é que, mesmo que a minha opção não seja a da maioria, ela seja respeitada.

 

Agora a única coisa que eu me pergunto é... será que ser hétero é tão absurdo assim?  Será que eu sou uma aberração ou tenho uma doença grave só porque eu sou mulher e gosto de homem? Pra mim aberração é julgar os outros somente pelo que você acredita que seja certo.

 

Sou hétero sim e tenho orgulho disso. E o meu gosto sexual não tem nada a ver com o que eu sou. Ser bom ou ser mau não depende disso.

 

Pode parecer até brincadeira, mas não é. Fica a reclamação para a falta de respeito à escolha do próximo. Seja lá pelo que for.  

 

 

 

*Tem coisas que os outros falam assim, num “tom de brincadeira”, mas não passam de preconceito. Eu tenho os meus, mas tento, ao máximo não colocar em riste o indicador na cara de ninguém. Justamente por saber que quando um dedo é apontado, quatro ficam voltados para si mesmo.*

 

 

 

Fica a dica.

 

Um embrulho no estômago e meu coração palpita. Ando pelas ruas, rapidamente, suando frio e com a nítida sensação de que aquilo dali pode acabar em merda a qualquer instante. E é com a respiração ofegante que eu me sinto ainda mais cansada. Minhas pernas bambeiam e até meu semblante dói. O desespero corre pelas minhas veias, a ponto d’eu querer que tudo suma da minha frente.

 

Que caminho duro que tive que percorrer. Por três vezes parei, me segurei para não cair ali mesmo, sob a vista dos olhares que pareciam me reprimir. Meu Deus, porque isso, logo agora, logo comigo? A dúvida pairava no ar, junto aquele cheiro fétido de tudo que não me faz e nem fez bem.

 

A porta da minha casa nunca esteve tão distante, mas nunca agradeci tanto aos céus quando cheguei perto dela. Muitas vezes um calabouço, meu canto agora me trouxe a paz que eu precisava para ter o acalento e a afeição que nenhum outro lugar me deu.

 

Subi as escadas em fuga, sem olhar para trás. Tremia mais que vara verde, mas ao menos deu tempo de entrar no banheiro, baixar as calças e cagar, como uma rainha. Apoiei minha cabeça sobre o braço, sustentado pela pia e num gesto de louvor, chorei ao descobrir qual é o meu verdadeiro lugar.

 

Como uma diarréia nos faz refletir...

DIÁRIO DE UMA ADOLESCENTE

 

 

Bom, quando eu vicio numa coisa, já viu. Se for comida, como até enjoar. Se for bebida, até vomitar (batida de pêssego, nunca mais). Se for roupa, até se desmanchar e por aí vai (fumar agora, só pelada, fica a dica). Mas... quando esse vício é em um seriado ou coisa do tipo, sai de baixo.

 

*.*

 

Estou assistindo uma novela coreana chamada “Witch Yoo Hee”. Na verdade ela é uma k-drama, mais pra comédia romântica para adolescentes, mas foda-se. Eu estou obcecada. OBCECADA. Sei lá quantos capítulos tem essa merda, só sei que eu peguei a série toda e tô assistindo desde domingo, assim... sem parar? Por um lado estou até feliz de ter ficado cotó do dedão do pé direito, pois pude ficar em casa O DIA TODO vendo Chae Moo Ryong, cujo qual eu estou apaixonada. Ele, o homem mais perfeito do mundo, é o que está de casaco branco. Ai meu deus, porque eu não o conheci antes?

 

 

Bom, eu sei que eu tinha um artigo e um seminário para terminar. Eu tinha até que tentar ir trabalhar, mesmo com o pé inchado, só que depois que Chae Moo Ryong entrou em minha vida, a única coisa que eu quero é ser feliz ao lado dele. A partir de hoje, irei aprender a língua que se fala na Coréia, juntarei dinheiro e irei atrás dele do outro lado do mundo.

 

\o/

 

Chae Moo Ryong, amo você. Não fique com a Ma Yoo Hee, muito menos com a Sengu Mi. Fique com quem lhe ama, seu burro e não com quem está lhe desprezando ou que quer você ao lado para alimentar o ego. Porque homem é tão imbecil, hein?

 

Pff.

 

MAKE YOURSELF

 

 

Hoje, queridos alunos, vamos aprender como customizar as próprias roupas. Claro xuxu, porque o hype é ser fashion e ser fashion é ser alternativo e ser alternativo... ah meu bem... é ser você, porque claro que cada um tem sua personalidade, tem o seu jeito. Então, que tal colocar esse seu jeito de viver nas coisas que veste? Fique ligadinho nas dicas para você bombar e virar alguém na noite!

 

 

 

Por exemplo. Um tênis branco pode ter mais cor, mais vida. Para isso, basta você beber uma garrafa de batida de pêssego, uma da Sangria Maravilha e uma cerveja longneck. Depois disso, dance freneticamente no ritmo dos anos 70. Quando você já estiver muito doido (a), ligue para algum ex-affair, chore pitangas e implore para que lhe levem embora. Quando você já estiver sendo carregado (a) e se sentindo mal o bastante para colocar pra fora até aquele cuzcuz que comeu uma semana atrás, vomite no sapato. Voi la! Está pronto um lindo pisante para arrasar onde você quiser!

 

Por hoje é só. Na próxima dica, você vai aprender como dar um grau naquela sua blusa preferida com queimadura de cigarro e de quebra ainda fazer uma scarification em si mesmo. Super na moda!

 

 

Porque ser diferente é ser você!

Se eu enjôo de gente, imagine das coisas. Mas assim... não é que eu seja inconstante. O problema é que nada me interessa o suficiente.

 

Às vezes eu sinto inveja dos intelectuais. Eles falam as coisas de uma forma tão bonita... sei lá... para mim, enquanto um ponto vermelho no canto da parede da minha casa é só uma mancha de molho de tomate, para eles é a representação do sofrimento embutido no concreto que separa a nossa liberdade e a liberdade dos outros.

 

:~

 

/ironia

 

Discutindo com um amigo (nem tão amigo, vá...) sobre o assunto, levei o maior carão quando disse que não suporto leituras que viajam demais, falando em três capítulos o que poderia se fazer em um parágrafo. Taxada de acéfala – praticamente – fui ignorada em meus argumentos, por em mim surgir um bocejo a cada vã filosofia (gente, cadê meu travesseiro?         -.-           ).

 

Adoro figuras de linguagem. Gosto de livros bem escritos, daqueles que conquistam você a cada letra grafada no papel. A mesma coisa com filmes, livros, lambadas eróticas, etc. A única coisa que eu não gosto é de ter que desperdiçar o meu tempo procurando significado naquilo que o autor parece ter feito só para ele. Por exemplo mesmo... tem alguns textos aqui no blog que eu vomitei em forma de desabafo e geralmente esses são os que eu enfeito demais. Linguajar indireto, palavras evasivas, coisas sem conectivo. Coisas aleatórias que vêm em minha cabeça mesmo, que ninguém precisa entender. Afinal, o site é meu e eu posso fazer ele de diário de adolescente se eu quiser. Então... tem gente que não entende picas, mas sempre acha que tá bombando.

 

Pessoas que acharam e continuam achando um saco muitas coisas de Sartre e Proust, viram Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança e dormiram nos 5 primeiros minutos e nunca agradeceram tanto a Deus quando Los Hermanos acabou, dêem cá um abraço. Amo todos vocês com uma garrafa de Sangria Maravilha.

 

 

 

Beijo Xuxu. Me chama de Mon Bijoux.

#)

 - Mulher, a gente tem que arranjar caras normais. Sei lá...

 

 - Defina caras normais, Tati.

 

 - Sei lá, aqueles caras que jogam bola no final de semana com os amigos e gostam de ir pra vaquejada. Aí nossos problemas vão mudar, a gente vai ligar chorando uma pra outra... mas pelo menos será por motivos diferentes. O choro vai ser mais ou menos assim: “Ai mulher, ele foi pra Capela vadiar...”

 

 - Mulher, então vamos agora atrás dos estudantes de Direito da UNIT. Sei lá, tava pensando em pegar um advogado, também...

 

 - Tá mulher. Eu vou atrás então dos de engenharia. De preferência, engenharia elétrica.

 

 - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAA!

 

 

Dona Tatiana Hora é uma das pessoas com quem eu mais gosto de chorar pitangas. Não lembro o dia em que a gente conversou sobre problemas de relacionamentos e não tirou onda da própria condição. São dessas lamúrias que surgem as melhores pérolas, os melhores pensamentos e as melhores reflexões. Que me perdoem os burros e chatos, mas conversas com Tati são fundamentais.

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